terça-feira, 22 de setembro de 2015

SinEXTASia


O silêncio da madrugada é rompido
Pelo rodar do auto que penetra a bruma
Quase inaudível, o som reverbera o alarido,
No interior, de uma canção sem fleuma.

Sem estrelas, estradas molhadas, erma paisagem,
Nada se move sobre o rio enevoado
Apenas lembranças enlevam como doce aragem,
Sensações sinestésicas atiçadas pelo tempo gelado.

Por dentro, corpos quentes que se entrelaçam
Em volúpia de cheiros, toques e beijos,
Instantes de amorosa orgia que se misturam
À suave experiência das cores e desejos.

Seu longo percurso o veículo continua
Enquanto a paixão sentida repercute no pensamento
E na pele ainda quente, outrora nua,
As marcas da loucura e do êxtase de um momento.

Ana Claudia Brida

sexta-feira, 8 de maio de 2015

The Vampire


Every night I fight with myself
'Cause my heart will not fall in love again.
But I have some desires...
And you satisfy my taste for flesh,
For new blood.
I need your life to make me feel alive.
I don't care about your feelings,
I just want to forget the reality
And I do this in your arms.
Maybe I'm not a good person,
Maybe my mind is cold,
But your hot body is enough to me,
To realize my darkest fantasies.
No, I repeat, I don't love you
And you haven't to love me or understand me.
Just give me your skin, your smell, your lips
And I'll give to you all the pleasure...
With no chains, no pain, no tears, no fear...
Only live for the moment...